"Às vezes tenho a impressão de que escrevo por simples curiosidade intensa. É que, ao escrever, eu me dou as mais inesperadas surpresas. É na hora de escrever que muitas vezes fico consciente de coisas, das quais, sendo inconsciente, eu antes não sabia que sabia.” Clarice Lispector

sábado, 2 de abril de 2011

As prisões mentais

Assisti o filme O Discurso do Rei hoje, e lembrei de uma frase que vi uma vez na internet, que dizia o seguinte:
s vezes, as correntes que nos impedem de sermos livres são mais mentais do que físicas."

O filme retrata um pouco desse dilema psicológico, mostra a prisão mental causada em George devido a um trauma de infância.
"Desde os 4 anos, George (Colin Firth) é gago. Este é um sério problema para um integrante da realiza britânica, que frequentemente precisa fazer discursos. George procurou diversos médicos, mas nenhum deles trouxe resultados eficazes. Quando sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter), o leva até Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala de método pouco convencional, George está desesperançoso. Lionel se coloca de igual para igual com George e atua também como seu psicólogo, de forma a tornar-se seu amigo. Seus exercícios e métodos fazem com que George adquira autoconfiança para cumprir o maior de seus desafios: assumir a coroa, após a abdicação de seu irmão David (Guy Pearce)."  (Fonte: AdoroCinema)
E quais são suas prisões? Alguns ramos da psicologia defendem que a infância é formadora de muitas prisões mentais que atrapalham o "eu" adulto. O difícil é enxergar o que está aí escondido, descobrir as causas e conseguir se libertar.

Adorei esse filme, adoro esse assunto.

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