"Às vezes tenho a impressão de que escrevo por simples curiosidade intensa. É que, ao escrever, eu me dou as mais inesperadas surpresas. É na hora de escrever que muitas vezes fico consciente de coisas, das quais, sendo inconsciente, eu antes não sabia que sabia.” Clarice Lispector

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Deixar o melhor da criança

Alguns dias atrás li um livro que dizia que uma criança rir em média 35 vezes a mais que um adulto. Acredito que (mesmo parecendo antagônico) elas tembém choram bem mais que um adulto. Crianças são felizes, livres de preocupações e vivem fortemente a emoção. Isso me fez lembrar duas pessoas adultas. A primeira me supreende com seu humor nas situações mais inesperadas. É uma pessoa que consegue lidar com os "micos" da vida de maneira mais engraçada. Se tivesse uma frase para caracterizá-lo, a mais apropriada seria "Não leve a vida tão a sério". A segunda pessoa, é um adulto com coração infantil, que possui uma sensibilidade extrema. Seu olhar expressa uma doçura, uma capacidade de amar, e de falar sem precisar dizer uma palavra. É uma criatura que não consegue ver maldade, malícia, ambição...

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